BIA

A FACEPE lança o edital para concessão de Bolsas de Incentivo Acadêmico (BIA) a projetos institucionais apresentados por qualquer IES pública de Pernambuco, federal ou estadual.

O objetivo do Programa é incentivar a adaptação à vida acadêmica e a inserção em atividades de ensino, pesquisa e extensão de alunos egressos da rede pública de ensino que obtiveram as melhores classificações no ENEM para as Instituições públicas de Ensino Superior (IES) de Pernambuco, federais ou estaduais, buscando evitar que, por carência de recursos financeiros, estes alunos abandonem os cursos ainda no primeiro ano de estudo.

Será concedido um total de 300 bolsas para 1º e 2º semestres de 2023 (150 para cada semestre), um investimento total de R$ 1.800.000,00 (um milhão e oitocentos mil reais).

O prazo para submissão se encerra em 01/02/2023.

Acesse o Edital.

Edital_FACEPE_38-2022_BIA_-_Bolsa_de_Incentivo_Academico (1)

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O Projeto Catalogação, digitalização de Processos Trabalhistas das Juntas de Conciliação da 6ª Região – JCJ do Paulista – PE (1945 – 1965) Práticas didático-pedagógicas e mídias sociais, coordenado pelo professor Antonio Torres Montenegro e apoiado pela FACEPE desde 2008, publica o vídeo  de seu laboratório realizado pela equipe de bolsistas.

Vídeo do Laboratório de História e Memória (UFPE/TRT6º Região)

Fix-JD sem box

FACEPE publica o resultado, homologado pelo CNPq, do edital 27/2022 Apoio à Fixação de Jovens Doutores em Pernambuco. Ao todo são 50 projetos aprovados que receberão:

  • auxílio à projeto de pesquisa (FACEPE) de R$ 50.000,00 (em 2 parcelas – 2022 e 2023)
  • bolsa PDJ do CNPq no valor de R$ 4.100,00/mês por 24 meses
  • bolsa complementar FACEPE de R$ 700,00/mês durante a vigência da bolsa principal do CNPq vinculada a este edital

Os coordenadores aprovados, supervisores dos pós-docs, receberão dentro de alguns dias, carta-convite eletrônico para assinatura dos Termos de Outorga dos APQs que devem ser assinados no prazo de cinco dias úteis, uma vez que a primeira parcela do auxílio deve ser paga ainda em 2022.

Os APQs terão início em Novembro/2022 com vigência de 25 meses. Após a assinatura dos TOs dos APQs, a quota de bolsa deverá ser indicada no sistema AgilFAP pelo coordenador do APQ. O início da vigência das bolsas complementares FACEPE (BCT) será igual a da bolsa principal (PDJ) do CNPq e será implementada após a comunicação à FACEPE do aceite ter sido dado pelo candidato na Plataforma Carlos Chagas (cientifica@facepe.br)

Acesse o Edital_FACEPE_27-2022_Fixação de Jovens Doutores em PE – Resultado

Fix-JD sem box

 

Todos os candidatos à bolsa PDJ/PDI do edital FACEPE 27/2022 devem ter o diploma de doutorado (ou ata de defesa) inserido no AgilFAP até 30/nov/2022.

As indicações dos bolsistas aprovados na Plataforma Carlos Chagas começarão na próxima semana e o início de todas as bolsas será em Dezembro/2022.

Atenção às informações de seus CV Lattes, principalmente no que se refere à vínculos empregaticios. O candidato à bolsa deste edital deve estar totalmente desvinculado do mercado de trabalho. A PICC barrará automaticamente indicações que não estejam consistentes com o regramento do programa.

A substituição de bolsista não é permitida neste edital. Assim, caso haja qualquer impedimento ou desistência do candidato à bolsa, o APQ será cancelado e a lista de espera, convocada.

Anúncio da instituição do Dia Mundial dos Avós e dos Idosos - Vatican News

Uma mutação genética na proteína envolvida no processo de entrada do vírus causador da Covid-19 nas células está relacionada ao aumento do risco de morte em pacientes de idade mais avançada. Esta é a constatação de um estudo inédito realizado pelo Grupo de Pesquisa em Doenças Infecciosas e Negligenciadas (GPDIN) da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). O trabalho é resultado da dissertação de mestrado da estudante Clara Caldeira, realizada sob a orientação do professor Rodrigo Feliciano do Carmo, no Programa de Pós-Graduação em Biociências (PPGB) da Univasf.

O estudo foi realizado no Laboratório Multiusuário de Pesquisa (Lamupe) do Hospital Universitário (HU-Univasf) e contou com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco. A pesquisa foi publicada recentemente pela revista Viruses no artigo intitulado “A Polymorphism in the TMPRSS2 Gene Increases the Risk of Death in Older Patients Hospitalized with COVID-19” (Polimorfismo no gene TMPRSS2 aumenta risco de morte em pacientes idosos hospitalizados com Covid-19).

Os pesquisadores demonstraram nesse estudo, pela primeira vez, que pacientes com idade avançada que carregam o genótipo rs2070788 GG, associado à alta expressão da proteína TMPRSS2 em tecido pulmonar, tinham risco maior de morte por Covid-19. A pesquisa analisou 402 pacientes da região de Petrolina, com idade a partir de 18 anos, hospitalizados na UTI do HU-Univasf e no Hospital de Campanha Monte Carmelo, da prefeitura de Petrolina, entre agosto de 2020 e julho de 2021, período em que a variante Gama estava em circulação no Brasil. Todos foram acompanhados pelos pesquisadores desde o início dos sintomas até a alta ou o óbito, o que ocorreu com 61 (15%) deles.

Do total de pacientes, 175 tinham idade a partir de 55 anos. Destes, 136 sobreviveram à doença e 39 foram a óbito. Nesses pacientes que não resistiram os pesquisadores encontraram com maior frequência a mutação rs2070788 GG, associada a uma maior expressão da proteína TMPRSS2, que poderia facilitar a entrada do SARS-CoV-2 na célula hospedeira. O professor Rodrigo Feliciano explica que os indivíduos com o genótipo GG tiveram uma evolução mais rápida da doença e faleceram num tempo médio de 28 dias, enquanto pessoas com os genótipos AG foram a óbito com 36 dias e as que apresentavam genótipo AA com 48 dias. Dos 39 pacientes que morreram 28% tinham genótipo GG. No grupo que sobreviveu, apenas 11% apresentavam essa mutação. “O risco de morte é quatro vezes maior para o indivíduo que carrega a mutação GG”, afirma o pesquisador.

Também foi identificada a presença de comorbidades associadas ao aumento do risco de morte nos indivíduos com a mutação. “Eles apresentavam doença cardíaca crônica, doença renal crônica e obesidade, fatores que por si só já aumentam muito o risco para complicações e morbidade entre os indivíduos acometidos pela Covid-19”, observa. O professor ressalta ainda que a proteína TMPRSS2 também está relacionada ao sistema renina-angiotensina, que protege o pulmão e o coração da ação do vírus SARS-CoV-2. A mutação torna essas pessoas mais suscetíveis a desenvolver formas graves da doença.

A descoberta, que também contou com a colaboração de pesquisadores do Instituto Aggeu Magalhães (Fiocruz Pernambuco) e da Universidade Federal da Bahia (UFBA), possibilita novas frentes de pesquisa na área a serem desenvolvidas a partir de agora, expandindo a população estudada, incluindo pacientes com outros perfis, entre outros aspectos.

Este estudo mais recente está relacionado a outra pesquisa, também realizada pelos pesquisadores do GPDIN no âmbito do PPGB. O trabalho “Association of polymorphisms in long pentraxin 3 and its plasma levels with COVID‑19 severity” (Associação de polimorfismos na pentraxina 3 longa e seus níveis plasmáticos com a gravidade da Covid-19) foi elaborado durante o mestrado pela estudante Thiala Alves Feitosa, sob a orientação do professor Rodrigo Feliciano. O estudo foi publicado em 31 de outubro na revista Clinical and Experimental Medicine.

O trabalho estudou a PTX3, uma proteína que atua no reconhecimento de alguns vírus no organismo como citomegalovírus, influenza e SARS-CoV-2, como um marcador genético e sorológico associado à Covid-19 grave. Desta forma, o PTX3 pode passar a ser utilizado como um biomarcador para auxiliar a identificação de possíveis casos graves da doença. Desenvolvido no Lamupe do HU-Univasf, com financiamento da Facepe através do edital Inova-CPqAM e da Capes, o trabalho de Thiala pesquisou 496 pacientes internados no HU-Univasf e no Hospital de Campanha da prefeitura de Petrolina, entre agosto de 2020 e julho de 2021.

Os resultados da pesquisa demonstraram um efeito protetor do genótipo PTX3 AA no desenvolvimento de formas graves de Covid-19. Já os níveis plasmáticos de PTX3 foram associados à gravidade da doença nos pacientes estudados. Rodrigo Feliciano esclarece que o estudo abre novos caminhos para a elucidação de mecanismos envolvidos na imunopatologia da Covid-19.

(autora: Renata Freitas – https://portais.univasf.edu.br/noticias/pesquisa-inedita-da-univasf-revela-mutacao-genetica-relacionada-a-maior-risco-de-morte-por-covid-19-em-idosos?_authenticator=39cf0364f3842f98dc10791b45d0fa7a2e157ad3)

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A sociedade está cada vez mais marcada pelas consequências da ação antrópica na natureza. Desastres ambientais, como o derramamento de petróleo, inicialmente registrado no fim de agosto e início de setembro de 2019 na costa do Nordeste do Brasil trouxe impactos negativos diretos sobre sensiveis ecossistemas costeiros como estuários, maguezais e recifes de corais, bem como sobre a macro e microfauna associada a estes ambientes. O zooplâncton é constituído por organismos microscópicos, tornando difícil o acesso e o conhecimento pelo público geral, uma vez que requer a utilização de equipamentos ópticos para visualização. Este ocupa uma posição chave nas redes alimentares, principalmente por serem alimento de importantes espécies de peixes de importância comercial. Esses organismos apresentam um curto ciclo de vida, o que os tornam excelentes indicadores de alterações naturais e antropogênicas. Além disso, muitas espécies de importância econômica (peixes, caranguejo, camarão e lagosta) passam as primeiras fases do seu ciclo de vida no plâncton, logo qualquer impacto nessas fases iniciais tem consequencias negativas sobre os estoques e a sustentabilidade pesqueira das áreas afetadas.

Recentemente, pesquisadores do departamento de Oceanografia da UFPE, liderados pela professora Sigrid Neumann Leitão, publicaram um estudo em uma importante revista internacional a Marine Pollution Bulletin, mostrando o impacto invisivel do óleo sobre os organismos do zooplâncton. Os pesquisadores mostraram que o óleo havia sofrido intemperismo e estava fragmentado em importantes ecossistemas costeiros de Tamandaré – Litoral Sul de Pernambuco. Além disso, o estudo mostrou evidencias de ingestão desse óleo pelo zooplâncton, estando os organismos sujeitos a injúrias físicas e biológicas, mortalidade, redução da natação, aumento das chances de serem predados, além do fato dos hidrocarbonetos de petróleo poderem ser biomagnificados ao longo da teia trófica marinha. No entanto, pouco é informado a população em geral sobre estes organismos, sobretudo pela limitação do tamanho do zooplâncton, como também pouco é informado como um impacto dessa magnitude, como o registrado pela presença do ´derramento do óleo sobre estes pequenos seres pode afetar o funcionamento dos ecossistemas marinhos e a vida marinha como um todo.

A falta de informação é o principal agente do agravamento dos impactos ambientais, visto que a maior parte da população não tem consciência de que também é parte integrante do meio ambiente e que, assim como a diversidade biológica, a sua qualidade de vida também é afetada pelos problemas ambientais. Desta forma, o projeto financiado pela FACEPE, na modalidade de BFT (bolsa de fixação de técnico): Desastre Ambiental do óleo bruto em Ecossistemas Costeiros de Pernambuco: A Modelagem e a Impressão 3D como Estratégia de Popularização do Conhecimento Científico objetivou realizar a modelagem e a impressão 3D do zooplâncton para ser utilizado como recurso didático pedagógico nas ações de popularização científica desenvolvidas no Museu de Oceanografia da UFPE (MOUFPE) e em ações externas de divulgação científica A popularização do conhecimento científico se fundamenta na perspectiva do diálogo, da horizontalidade das relações, na legitimidade dos diferentes saberes (e não apenas do saber científico). Assim, foram produzidos um total de doze modelos, pertencentes a Subclasse Copepoda, Ordem Decapoda, Filo Mollusca (Gastropoda e Cephalopoda), Ordem Siphonophora, Filo Cnidaria, Filo Ctenophora, Filo Chordata, Filo Chaetognatha e a Superclasse Peixes e atualmente estão compondo o acervo do MOUFPE (Figura 1).

Durante as ações de popularização do conhecimento científico os modelos são expostos e as conversas são direcionadas objetivamente para responder as perguntas: “O que pesquisamos?”; “Como pesquisamos?”; “O que estamos obtendo como resultados a respeito do impacto do óleo a curto, médio e longo prazo sobre a comunidade zooplanctônica das áreas costeiras afetadas pelo desastre?”. Além disso,
é realizado uma demonstração comparativa das modificações morfológicas que alguns grupos sofrem enquanto larvas (exemplo larva de caranguejo – Zoea de Brachyura) no plâncton e quando adulto no ambiente bentônico. São destacados também, os organismos cujo traço de ingestão de óleo foi identificado no trabalho publicado na Marine pollution e mencionado no texto acima e por fim o público é convidado a visualizar em microscópio o exemplar em seu tamanho realístico. Desta forma, os modelos 3D do zooplâncton produzidos representam atualmente uma importante ferramenta na transposição e tradução do conhecimento cientifico para uma forma de comunicação popular, visível e compreensível.

(texto do autor)

 

Republicação (06/10/2022 – https://www.facepe.br/seminario-pos-doc-facepe-2022-programacao-disponivel/)LOGO 2022

 

O Seminário Pós-Doc 2022 acontecerá em três salas simultâneas conforme os links abaixo:

Acesse a Seminário Pós Doc 2022 – Programação

Acesse também o INFORMATIVO – Seminário Pós-Doc 2022

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No dia 17 de novembro, será realizado o evento de divulgação dos projetos aprovados na Chamada de Propostas da Iniciativa Amazônia +10.
O evento será transmitido ao vivo pelo canal do YouTube da Agência FAPESP, das 9h30 às 10h30 (horário de Brasília).
A Chamada de Propostas da Iniciativa Amazônia +10 foi lançada em junho de 2022, e tem por objetivo apoiar a pesquisa científica e o desenvolvimento tecnológico em instituições de ensino e pesquisa e em empresas sobre os problemas atuais da Amazônia, que tenham como foco o estreitamento das interações natureza-sociedade para um desenvolvimento sustentável e inclusivo da região.
Ao todo, 20 Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) participam da Chamada de Propostas, são elas: FACEPE (Pernambuco), FAPAC (Acre), FAPDF (Distrito Federal), FAPEAL (Alagoas), FAPEAM (Amazonas), FAPEAP (Amapá), FAPEG (Goiás), FAPEMA (Maranhão), FAPEMAT (Mato Grosso), FAPEPI (Piauí), FAPERGS (Rio Grande do Sul), FAPERJ (Rio de Janeiro), FAPERO (Rondônia), FAPES (Espírito Santo), FAPESC (Santa Catarina), FAPESP (São Paulo), FAPESPA (Pará), FAPESQ (Paraíba), FAPT (Tocantins) e Fundação Araucária (Paraná). Os investimentos das 20 FAPs totalizam R$ 52 milhões.

ProrrogaçãoDePrazo

A Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (FACEPE), vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco (SECTI), prorroga o o prazo de submissões de propostas ao edital “33/2022 – Programa de Competitividade Territorial – COMPET. O novo prazo será até às 17h do dia 11 de novembro de 2022.

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A Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (FACEPE) vinculada a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de Pernambuco – SECTI, torna público o novo cronograma para o Edital 33/2022 –PROGRAMA DE COMPETITIVIDADE TERRITORIAL – COMPET-PE.

Acesse aqui o Novo cronograma do Edital 33/2022 – PROGRAMA DE COMPETITIVIDADE TERRITORIAL – COMPET-PE.

Dúvidas relacionadas ao edital poderão ser encaminhadas à Diretoria de Inovação da FACEPE, através do e-mail inovacao@facepe.br.

Edital 33.2022 – COMPET – Prorrogação Novo cronograma