Seminário realizado na UFRPE debateu os impactos da maternidade na carreira acadêmica e reuniu pesquisadoras, gestoras e especialistas de referência nacional

A conciliação entre maternidade e carreira científica ganhou um marco histórico em Pernambuco. O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco (Secti-PE) e da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe), lançou, nesta segunda-feira (25/05), o edital Mães Cientistas de Pernambuco, iniciativa inédita voltada ao apoio de mães pesquisadoras vinculadas a Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTs) do estado. A chamada conta ainda com o apoio do Parent in Science, movimento dedicado à promoção da igualdade de gênero e da inclusão no ambiente acadêmico.

O lançamento ocorreu durante o seminário “Mães Cientistas em Pernambuco: ciência, equidade e futuro”, realizado no Salão Nobre da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), no bairro de Dois Irmãos, no Recife. O encontro reuniu cientistas, gestoras públicas e especialistas para discutir os impactos da maternidade na trajetória acadêmica e a necessidade de políticas públicas voltadas à redução das desigualdades de gênero na ciência.

Com investimento global de R$ 1,2 milhão, o edital nº 16/2026 prevê o financiamento de até dez projetos de pesquisa, com aporte de até R$ 120 mil por proposta, por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa (APQ). A iniciativa busca garantir que pesquisadoras possam manter a produtividade científica sem que a maternidade represente um obstáculo à continuidade de suas carreiras.

Podem participar mulheres cis e trans que estejam grávidas a partir da 16ª semana de gestação, pesquisadoras que tenham se tornado mães por nascimento biológico ou adoção desde 1º de novembro de 2020, além de mães de filhos com deficiência, independentemente da idade da criança. As candidatas deverão possuir título de doutora e vínculo efetivo com instituições sediadas em Pernambuco.

O edital também estabelece medidas de inclusão e diversidade. Do total de propostas aprovadas, 30% serão reservadas para pesquisadoras autodeclaradas negras (pretas ou pardas), quilombolas, indígenas, ciganas ou pessoas com deficiência (PcD).

As inscrições para o edital Mães Cientistas de Pernambuco estarão abertas de 5 de junho a 31 de agosto de 2026, exclusivamente pela plataforma agil.facepe.br⁠. O resultado final está previsto para ser divulgado até o dia 30 de outubro.

Durante a abertura do evento, a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco, Mauricélia Montenegro, destacou que o Governo de Pernambuco vem colocando as mulheres no centro das políticas públicas voltadas à ciência, tecnologia e inovação. Segundo ela, o estado tem ampliado ações afirmativas em diversos editais da Facepe, fortalecendo a participação feminina, incentivando jovens doutoras e estimulando iniciativas ligadas ao empreendedorismo e à inovação.

“A Facepe compreendeu algo fundamental: não basta abrir as portas, é preciso garantir permanência, oportunidades e crescimento”, afirmou. Mauricélia ressaltou ainda que, enquanto em 2023 foram lançados 16 editais, em 2025 o número chegou a 46, totalizando mais de R$ 150 milhões investidos em pesquisa e inovação. “Agora damos mais um passo importante com o edital Mães Cientistas. É um reconhecimento de que a maternidade não deve continuar sendo uma barreira dentro da ciência”, concluiu.

A diretora-presidente da Facepe, Fernanda Pimentel, apresentou as ações que vêm sendo desenvolvidas pela Fundação para fortalecer a equidade, a diversidade e a inclusão no ambiente científico. Entre as iniciativas destacadas estão a criação da Comissão de Equidade, Diversidade e Inclusão da Facepe e a implementação de editais com ações afirmativas voltadas à ampliação da participação de grupos historicamente sub-representados na ciência. “Estamos construindo políticas públicas que promovem não apenas acesso, mas condições reais de permanência e desenvolvimento para mulheres pesquisadoras. O edital Mães Cientistas representa mais um avanço nesse compromisso institucional com uma ciência mais diversa, inclusiva e transformadora”, afirmou.

A diretora científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Mônica Felts, destacou que a Facepe vem se consolidando como referência entre as fundações estaduais de amparo à pesquisa ao adotar políticas voltadas à equidade, diversidade e inclusão. Segundo ela, a criação da Comissão Permanente de Equidade, Diversidade e Inclusão representou um importante avanço institucional, agora fortalecido pelo lançamento do edital.

“Foi extremamente gratificante, para nós mulheres cientistas, observar que temos uma fundação alinhada com esses princípios”, afirmou Mônica, ressaltando ainda a importância do monitoramento e da criação de indicadores para avaliar os resultados das políticas públicas desenvolvidas pela instituição.

A mesa de abertura do seminário contou com a participação da vice-reitora da UFRPE, Maria do Socorro Oliveira; da diretora-presidente da Facepe, Fernanda Pimentel; do vice-reitor da UFPE, Moacyr Araújo; da presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Alepe, Simone Santana; da coordenadora da Comissão de Equidade, Diversidade e Inclusão da Facepe, Claudete Fernandes; além da diretora científica do CNPq, Mônica Felts.

O evento também teve palestra magna da professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Fernanda Staniscuaski, fundadora do Parent in Science, movimento nacional criado, em 2026, para produzir dados e ampliar o debate sobre os impactos da parentalidade na carreira acadêmica e contribuir para a formulação de políticas institucionais mais inclusivas.

O seminário também promoveu a mesa-redonda “Da evidência à ação: construindo políticas para reduzir assimetrias na ciência”, mediada por Claudete Fernandes. Participaram da mesa Letícia de Oliveira, da Universidade Federal Fluminense (UFF); Daniela Anunciação, da Universidade Federal de Alagoas (Ufal); Dalila Andrade, do CNPq; e Maria do Rosário Andrade, da UFRPE.

Evento apresentou resultados de investimentos em popularização da ciência e anunciou nova chamada pública com R$ 400 mil para ações durante a SNCT 2026

O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco (Secti-PE) e da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado (Facepe), realizou nesta terça-feira (9) a entrega de 23 livros e dois videoclipes produzidos com recursos do Edital de Sensibilização à Ciência. Na ocasião, também foi lançado o Edital Facepe nº 18/2026 – Apoio à Popularização da Ciência na 23ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT).

Realizado na Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco, na região central do Recife, o evento reuniu representantes do Governo do Estado, instituições de ensino e pesquisa, museus, centros de ciência e organizações que atuam na promoção da cultura científica em Pernambuco. A programação marcou tanto a apresentação dos resultados dos investimentos realizados na área quanto o anúncio de novas oportunidades de fomento para ações de divulgação científica.

Os materiais entregues foram desenvolvidos por meio do Edital Facepe/Secti nº 09/2025 – Sensibilização à Ciência, que destinou cerca de R$ 900 mil para a produção de conteúdos voltados a crianças da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental. O edital aprovou apoio a 23 projetos, incluindo livros ilustrados, histórias em quadrinhos, videoclipes e produções audiovisuais que abordam temas científicos de forma lúdica e acessível.

Sensibilização à Ciência

Na abertura dos trabalhos, Carolina Ribeiro, analista de gestão educacional da Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco, deu as boas-vindas aos participantes. Representando Antonio Moura, gerente da instituição, ela ressaltou a importância de iniciativas que visem a conscientização e a difusão científica e convidou as pessoas a conhecerem, após a finalização, o espaço no qual os livros estariam disponíveis para visualização.

Para Fernanda Pimentel, diretora-presidente da Facepe, os investimentos em popularização da ciência são fundamentais para despertar o interesse das novas gerações pelo conhecimento científico. Desde 2023, o Governo do Estado já destinou mais de R$ 15 milhões para iniciativas de popularização da ciência em Pernambuco. “A ciência precisa estar presente no cotidiano das pessoas desde a infância. Ao apoiar a produção de materiais educativos e ações de divulgação científica, estamos contribuindo para a formação de cidadãos mais críticos, criativos e preparados para os desafios do futuro. Além disso, fortalecemos uma cultura científica que valoriza a inovação e o desenvolvimento de Pernambuco”, destacou, acrescentando que Helen Khoury, ex-diretora científica da Facepe, falecida em 2025, sempre foi uma grande incentivadora da popularização da ciência.

Representando os proponentes, a coordenadora de Iniciação Científica da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação da UFPE, Bruna Bezerra, destacou o pioneirismo da Facepe, que vem cada vez mais apoiando iniciativas que visam a difusão da ciência por meio de projetos de sensibilização. Na visão da docente do Departamento de Zoologia da UFPE, os editais são uma forma de derrubar barreiras entre Academia e sociedade, provando que o impacto do trabalho não fica restrito apenas à pesquisa. “É um processo de difusão e popularização científica fantástico e muito valorizado. Qual outro estado do Brasil que possui uma agência de fomento com a sensibilidade de financiar a produção de mais de 20 livros infantis baseados inteiramente em ciência produzida localmente? É nítido como a Facepe, ao longo dos últimos anos, tem dedicado um olhar diferenciado para a popularização e a sensibilização da ciência”, observou.

O secretário executivo de Ciência e Tecnologia, Kenys Bonatti, destacou a importância de se pensar a ciência de maneira transdisciplinar. “Embora o escopo principal da Secti-PE seja o ensino superior, nós atuamos de forma totalmente transversal com a Secretaria de Educação do Estado, que é nossa parceira de primeira ordem. Hoje em dia, é impossível pensar e falar em ciência, tecnologia e inovação de forma isolada; precisamos transversalizar com a segurança, a saúde, a educação e o meio ambiente”, afirmou.

O diretor de Sensibilização e Difusão Científica da Secti-PE, Diogo Lopes, destacou o pioneirismo do estado e a necessidade de gestores e cientistas perderem o medo de arriscar na formulação de políticas públicas. “O que estamos implementando em Pernambuco é algo genuinamente inovador, trata-se de um edital único em sua categoria de sensibilização científica. Eu estive no exterior debatendo esse conceito com grandes pensadores internacionais da área e, diante dessas discussões, posso garantir com total convicção: como política pública, o que estamos construindo aqui é absolutamente pioneiro”, concluiu.

As obras integram o Programa Aventura da Ciência, iniciativa da Secti-PE voltada à aproximação das crianças com o universo científico por meio da curiosidade, da criatividade e do encantamento. Os conteúdos exploram temas como astronomia, biodiversidade, meio ambiente e patrimônio cultural pernambucano, contribuindo para ampliar o acesso ao conhecimento científico desde a infância.

Como parte da programação do evento, o projeto Ciência Móvel, do Espaço Ciência, realizou atividades gratuitas voltadas para crianças de 3 a 10 anos no Setor Infantil da Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco. A programação inclui contação de histórias e experiências científicas interativas que aproximam a ciência do cotidiano infantil de forma divertida e educativa. As atividades do projeto Ciência Móvel, do Espaço Ciência, seguem até quarta-feira (10).

Edital SNCT

Durante a cerimônia, também foi lançado o Edital Facepe nº 18/2026 – Apoio à Popularização da Ciência na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. A chamada pública disponibiliza R$ 400 mil para apoiar ações de divulgação científica em todo o estado, com financiamento de até R$ 10 mil por projeto.

A 23ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia será realizada entre os dias 26 de outubro e 1º de novembro de 2026, sob o tema “Ciência Delas”, definido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). As propostas deverão estimular a participação das mulheres como protagonistas na produção e difusão do conhecimento científico, por meio de atividades como oficinas, palestras, exposições interativas, experimentos, produções audiovisuais e outras ações de popularização da ciência.

Os pesquisadores interessados poderão submeter propostas exclusivamente por meio do sistema AgilFAP até o dia 10 de julho de 2026, conforme as orientações previstas no edital.

Seminário realizado na UFRPE debateu os impactos da maternidade na carreira acadêmica e reuniu pesquisadoras, gestoras e especialistas de referência nacional

A conciliação entre maternidade e carreira científica ganhou um marco histórico em Pernambuco. O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco (Secti-PE) e da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe), lançou, nesta segunda-feira (25/05), o edital Mães Cientistas de Pernambuco, iniciativa inédita voltada ao apoio de mães pesquisadoras vinculadas a Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTs) do estado. A chamada conta ainda com o apoio do Parent in Science, movimento dedicado à promoção da igualdade de gênero e da inclusão no ambiente acadêmico.

O lançamento ocorreu durante o seminário “Mães Cientistas em Pernambuco: ciência, equidade e futuro”, realizado no Salão Nobre da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), no bairro de Dois Irmãos, no Recife. O encontro reuniu cientistas, gestoras públicas e especialistas para discutir os impactos da maternidade na trajetória acadêmica e a necessidade de políticas públicas voltadas à redução das desigualdades de gênero na ciência.

Com investimento global de R$ 1,2 milhão, o edital nº 16/2026 prevê o financiamento de até dez projetos de pesquisa, com aporte de até R$ 120 mil por proposta, por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa (APQ). A iniciativa busca garantir que pesquisadoras possam manter a produtividade científica sem que a maternidade represente um obstáculo à continuidade de suas carreiras.

Podem participar mulheres cis e trans que estejam grávidas a partir da 16ª semana de gestação, pesquisadoras que tenham se tornado mães por nascimento biológico ou adoção desde 1º de novembro de 2020, além de mães de filhos com deficiência, independentemente da idade da criança. As candidatas deverão possuir título de doutora e vínculo efetivo com instituições sediadas em Pernambuco.

O edital também estabelece medidas de inclusão e diversidade. Do total de propostas aprovadas, 30% serão reservadas para pesquisadoras autodeclaradas negras (pretas ou pardas), quilombolas, indígenas, ciganas ou pessoas com deficiência (PcD).

As inscrições para o edital Mães Cientistas de Pernambuco estarão abertas de 5 de junho a 31 de agosto de 2026, exclusivamente pela plataforma agil.facepe.br⁠. O resultado final está previsto para ser divulgado até o dia 30 de outubro.

Durante a abertura do evento, a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco, Mauricélia Montenegro, destacou que o Governo de Pernambuco vem colocando as mulheres no centro das políticas públicas voltadas à ciência, tecnologia e inovação. Segundo ela, o estado tem ampliado ações afirmativas em diversos editais da Facepe, fortalecendo a participação feminina, incentivando jovens doutoras e estimulando iniciativas ligadas ao empreendedorismo e à inovação.

“A Facepe compreendeu algo fundamental: não basta abrir as portas, é preciso garantir permanência, oportunidades e crescimento”, afirmou. Mauricélia ressaltou ainda que, enquanto em 2023 foram lançados 16 editais, em 2025 o número chegou a 46, totalizando mais de R$ 150 milhões investidos em pesquisa e inovação. “Agora damos mais um passo importante com o edital Mães Cientistas. É um reconhecimento de que a maternidade não deve continuar sendo uma barreira dentro da ciência”, concluiu.

A diretora-presidente da Facepe, Fernanda Pimentel, apresentou as ações que vêm sendo desenvolvidas pela Fundação para fortalecer a equidade, a diversidade e a inclusão no ambiente científico. Entre as iniciativas destacadas estão a criação da Comissão de Equidade, Diversidade e Inclusão da Facepe e a implementação de editais com ações afirmativas voltadas à ampliação da participação de grupos historicamente sub-representados na ciência. “Estamos construindo políticas públicas que promovem não apenas acesso, mas condições reais de permanência e desenvolvimento para mulheres pesquisadoras. O edital Mães Cientistas representa mais um avanço nesse compromisso institucional com uma ciência mais diversa, inclusiva e transformadora”, afirmou.

A diretora científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Mônica Felts, destacou que a Facepe vem se consolidando como referência entre as fundações estaduais de amparo à pesquisa ao adotar políticas voltadas à equidade, diversidade e inclusão. Segundo ela, a criação da Comissão Permanente de Equidade, Diversidade e Inclusão representou um importante avanço institucional, agora fortalecido pelo lançamento do edital.

“Foi extremamente gratificante, para nós mulheres cientistas, observar que temos uma fundação alinhada com esses princípios”, afirmou Mônica, ressaltando ainda a importância do monitoramento e da criação de indicadores para avaliar os resultados das políticas públicas desenvolvidas pela instituição.

A mesa de abertura do seminário contou com a participação da vice-reitora da UFRPE, Maria do Socorro Oliveira; da diretora-presidente da Facepe, Fernanda Pimentel; do vice-reitor da UFPE, Moacyr Araújo; da presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Alepe, Simone Santana; da coordenadora da Comissão de Equidade, Diversidade e Inclusão da Facepe, Claudete Fernandes; além da diretora científica do CNPq, Mônica Felts.

O evento também teve palestra magna da professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Fernanda Staniscuaski, fundadora do Parent in Science, movimento nacional criado, em 2026, para produzir dados e ampliar o debate sobre os impactos da parentalidade na carreira acadêmica e contribuir para a formulação de políticas institucionais mais inclusivas.

O seminário também promoveu a mesa-redonda “Da evidência à ação: construindo políticas para reduzir assimetrias na ciência”, mediada por Claudete Fernandes. Participaram da mesa Letícia de Oliveira, da Universidade Federal Fluminense (UFF); Daniela Anunciação, da Universidade Federal de Alagoas (Ufal); Dalila Andrade, do CNPq; e Maria do Rosário Andrade, da UFRPE.

Consulte o Edital 16/2026 – Mães Cientistas de Pernambuco Aqui