IN 001/2013, de 07 de novembro de 2013.
Define procedimentos operacionais para a solicitação, concessão e gozo de férias regulamentares do pessoal da FACEPE, a serem observados no processo de planejamento e dá outras providências.
Começa nesta quarta-feira (30/10) a Ciência Jovem, uma das maiores feiras de ciência do Brasil. Com 19 anos de história, a feiraapresentará aos visitantes uma seleção qualificada da produção científica nas escolas brasileiras. Realizada anualmente pelo Espaço Ciência, é um grande evento de divulgação científica, com forte interação social e troca de conhecimentos, numa verdadeira “revolução pedagógica”, tal como José Reis conceituava feiras de ciências.
De 30 trabalhos em 1995, seu primeiro ano, cresceu para 160 em 2007 e este ano terá a participação de 320 projetos científicos de professores e alunos de todos os estados do Brasil, com visitação prevista de mais de 10 mil pessoas. Além de exposições, apresentações artísticas, comunicações orais de professores, pôsteres, neste ano estão programadas as palestras “O Projeto Mão na Massa: Uma alternativa de formação em ciências no mundo e no Brasil”, da educadora Anne Lejeune, da Fundação La Main À La Pâte e “Feira de Ciências como ferramenta de ensino”, do professor Simão Dias (CCB/UFPE). As apresentações serão um estímulo à investigação científica e ainda darão dicas sobre como preparar projetos para feiras de ciência.
A Ciência Jovem tem como objetivo contribuir para a melhoria do processo de ensino-aprendizagem em ciências, estimulando nos alunos e professores o interesse pela pesquisa e pela comunicação científica, além de promover a interação entre professores e alunos, escolas participantes e comunidades.
A premiação em cada categoria atribuirá troféus e medalhas de ouro, prata e bronze para os melhores trabalhos selecionados por uma equipe de avaliação com mais de 150 profissionais de diversas áreas. Os projetos com medalhas de ouro representarão a Ciência Jovem nas principais feiras de âmbito nacional (FEBRACE, MOSTRATEC E SBPC JOVEM) e internacional (MILSET), com custos de viagem pagos.
E tudo isso é possível porque a feira conta com o apoio da Facepe; Secretaria de Ciência e Tecnologia e Secretaria de Educação de Pernambuco; CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação; e Ministério da Educação.
*Fonte: Assessoria de Comunicação do Espaço Ciência
Membros do CONFAP (Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa) participaram no dia 28 de outubro do Almoço dos Parceiros, promovido durante o 9º Encontro Grand Challenge, no Rio de Janeiro. Um dos objetivos do evento é o fortalecimento de parcerias para difundir informações sobre o A Fundação Bill & Melinda Gates oferece recursos financeiros a projetos inovadores que incentivem a busca a serviços de saúde, ou que proponham uma camisinha de última geração, ou que combatam a diarreia. Basta provar, em duas folhas, que a ideia proposta tem potencial para melhorar a vida de milhares de pessoas para concorrer aos 100 mil dólares oferecidos. Os participantes selecionados recebem 100 mil dólares para colocar seu projeto em prática. Se ele for bem-sucedido, é possível concorrer a um financiamento adicional de até 1 milhão de dólares.
Desde 2011, a Fundação Bill & Melinda Gates mantém uma parceria com Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) de 17 estados brasileiros. “Graças ao seu apoio na divulgação desta iniciativa mais que dobramos o número de propostas brasileiras na 11ª edição do GCE e agora o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking de países que mais enviam projetos ao GCE”, disse Maria Paola de Salvo, Gerente de Comunicação da Global Health Strategies. “Graças ao esforço das FAPs, três pesquisadores brasileiros estão entre os vencedores do financiamento de 100 mil dólares nesta última rodada”.
O programa realiza duas chamadas por ano e premia cerca de 60 projetos por rodada. A 12ª edição está com inscrições abertas até 12 de novembro.
Como se inscrever:
1. Leia cuidadosamente os desafios propostos: é muito importante certificar-se de que seu projeto se encaixa perfeitamente nos 2. Faça o download and Challenge Explorations” href=”http://response.notifications.gatesfoundation.org/t?r=198&c=3650454&l=349183&ctl=490D678:066BC43471E315DB4B1FD27C829911299E921B3BF095232F&” target=”_blank”>aqui para acessar dicas de como preencher a proposta.
3. Crie uma conta, inscreva um desafio e envie sua proposta: para inscrever e enviar seu projeto, é preciso criar uma conta do GCE em:https://gce.gatesfoundation.org
A Fundação está realizando consulta, via edital, à comunidade acadêmica de Pernambuco para indicação de três nomes que serão apresentados ao governador Eduardo Campos
O prazo para a indicação de nomes para a nova Diretoria Científica da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe) foi prorrogado até o dia 1º de novembro de 2013. A prorrogação possibilitará à comunidade acadêmica de Pernambuco ter mais tempo para se mobilizar.
O Conselho Superior da Facepe está realizando uma consulta à comunidade acadêmica do Estado, via edital, para indicação de nomes para assumir o cargo. Uma lista com três nomes de pesquisadores deve ser apresentada ao governador do Estado, Eduardo Campos, pelo presidente do Conselho, o secretário de Ciência e Tecnologia, Marcelino Granja.
Poderão inscrever-se pesquisadores de qualquer área, vinculados a instituições de ensino e pesquisa sediadas no Estado e que já obtiveram classificação Nível 1 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), ou aqueles de notório saber científico, reconhecidos nacionalmente, a critério do Conselho Superior.
Os candidatos deverão ser indicados pelos integrantes dos colegiados dos programas de pós-graduação em funcionamento no Estado que possuam conceito não inferior a 04, atribuído na última avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).
O dia 1º de novembro de 2013 é, também, a data limite para envio, pelas pró-reitorias de Pós Graduação, da relação atualizada dos pesquisadores dos colegiados habilitados a participarem da indicação para o cargo de Diretor Científico. A consulta ocorrerá nos dias 21 e 22 de novembro, por meio no Sistema AgilFAP. O resultado com os três nomes dos pesquisadores escolhidos será divulgado no dia 09 de dezembro deste ano.
Atribuições – a Diretoria Científica da Facepe coordena os programas técnico-científicos, na formação de recursos humanos, no incentivo e fomento à pesquisa científica, tecnológica e de inovação, de acordo com as diretrizes estabelecidas no Estatuto da Fundação.
O atual diretor científico, Alfredo Arnóbio de Souza da Gama, não é candidato à recondução do cargo. E afirma que esta consulta é fundamental para que a comunidade científica indique seus nomes para poder ser bem representada. “Tem muita gente com capacidade para assumir este cargo em Pernambuco. Por isso decidimos ampliar o prazo para a apresentação das candidaturas; assim a comunidade tem um pouco mais de tempo para se mobilizar”, diz professor Arnóbio.
Cada candidatura deve ser apresentada à Facepe acompanhada de uma lista de dez assinaturas de apoiadores, representantes de diferentes áreas. E cada acadêmico pode apoiar mais de um candidato.
Para ter todos os detalhes, baixe o edital aqui.Mais informações pelo e-mail: jayme.ribeiro@facepe.br
Sobre o assunto leia também:
Sérgio Rezende visita a Facepe
ENTREVISTA – Diretor científico da Facepe fala sobre sua substituição
Durante a audiência, foram apresentados os relatórios ao Projeto de Lei 2177/11, que institui o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação; e a PEC 290/13, que cria incentivos para o setor
O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, participou nesta quarta-feira (23) de audiência pública na Câmara dos Deputados, promovida pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. O evento foi realizado em conjunto com as comissões especiais que analisam o projeto de lei que institui o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (PL 2177/11) e a proposta de emenda à Constituição (PEC 290/13) que cria incentivos para o setor.
Na reunião, foram apresentados os pareceres dos relatores do PL 2177/11, deputado Sibá Machado, e da PEC 290/13, deputado Izalci, que solicitaram a realização da audiência.
Participaram do debate:
– o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Distrito Federal, Alexandre Gouveia;
– a procuradora jurídica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, Maria Cristina Leftel;- o secretário do Desenvolvimento Econômico Sustentável de Santa Catarina, Paulo Borhausen;
– o secretário da Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Nelson Fujimoto;
– o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Marco Antonio de Oliveira;
– o secretário de Biodiversidade e Floresta do Ministério do Meio Ambiente, Roberto Brandão Cavalcanti;
– o gerente da Divisão de Tecnologia Sustentável do Ministério da Defesa, Geraldo Antônio Diniz Branco;
– o chefe da Seção de Mobilização Aeroespacial, Ciência e Tecnologia do Estado-Maior da Aeronáutica, Anselmo Modesti;
– o representante da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado-Maior da Marinha, Waldemar de Oliveira Pinto;
– o assessor jurídico do Departamento de Ciência e Tecnologia do Comando do Exército, Carlos Roberto de Melo;
– o coordenador da bancada da Região Norte no Congresso Nacional, deputado Sebastião Bala Rocha (SDD-AP).
Fonte: Lara Haje
Agência Câmara Notícias
O livro “Flora das Caatingas: História Natural e Conservação”, de José Alves de Siqueira Filho, pesquisador da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), foi o vencedor da categoria Ciências Naturais do 55º Prêmio Jabuti.A publicação reúne a produção científica desenvolvida no Centro de Referências em Recuperação de Áreas Degradadas (Crad Caatinga) da Universidade e foi escrito com a colaboração de cerca de 100 botânicos de aproximadamente 40 instituições do País.
“Flora das Caatingas…” representa a bibliografia mais atual e bem ilustrada sobre uma parte importante da biodiversidade brasileira. Editado pela Andrea Jakobsson Estúdio Editorial, da cidade do Rio de Janeiro, foi lançado também em inglês. A edição contou com o apoio financeiro do Ministério da Integração Nacional.
“Este prêmio renova a esperança de chamar a atenção da sociedade brasileira para a urgente conservação das Caatingas e do Rio São Francisco, patrimônios endêmicos do Brasil e do povo brasileiro. A Botânica e a Ecologia do Brasil ganham muito com tudo isso. O momento atual é de ampliar o salto de qualidade que a academia brasileira pode oferecer à Nação. Precisamos sair do campo da diagnose e recomendações, muitas das quais contidas no livro, para efetivar ações sustentáveis”, diz o autor.
A 55a Edição do Prêmio Jabuti recebeu mais de 2 mil inscrições em suas 27 categorias. Grande premiação editorial do País, o Prêmio Jabuti é organizado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL). Os laureados em todas as categorias que compõem o prêmio receberão o troféu Jabuti e o valor de R$ 3,5 mil. A cerimônia de entrega aos vencedores do Prêmio Jabuti 2013 acontecerá dia 13 de novembro, na Sala São Paulo.
A Pesquisa – A organização do “Flora das Caatingas do Rio São Francisco: história natural e conservação” contou com a colaboração de 99 pesquisadores de 39 instituições – além da própria Univasf -, todos com titulação científica e, alguns deles, ilustres também no Exterior. O livro é o resultado de quatro anos de pesquisa científica na área de influência do Programa de Integração do Rio São Francisco.
A obra apresenta 1.031 registros de plantas e atesta a riqueza da flora do bioma caatinga, muitas vezes retratado apenas a partir de imagens monocromáticas. Ilustrado com flores e muitas cores, o livro acaba com falsos mitos, como o da baixa diversidade do bioma. Para se chegar ao resultado, foram percorridos 340 mil quilômetros em 212 expedições.
O autor – Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, mestre e doutor em Biologia Vegetal pela Universidade Federal de Pernambuco, José Alves de Siqueira Filho é Professor da Univasf. Também é autor do livro “Fragmentos de Mata Atlântica do Nordeste: Biodiversidade, conservação e suas Bromélias”.
A obra pode ser adquirida pelo site do Centro de Referência para Recuperação de Áreas Degradadas da Caatinga (Crad), da Univasf.
Próximo à data da Conferência das Partes 2013 (COP-19), representantes da indústria química brasileira e internacional, autoridades do governo e de órgãos ligados à área de meio ambiente e sustentabilidade se reunirão no Seminário ‘Mudanças Climáticas: Em busca de soluções sustentáveis’, em 4 de novembro. O objetivo do evento é gerar conteúdo para auxiliar o Governo a formular, junto às empresas, o posicionamento do País sobre a emissão de gases de efeito estufa (GEE) para a COP-19, que será em 22 de novembro de 2013, na Polônia.
Na opinião do professor Luiz Pinguelli Rosa, secretário-executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, a contribuição da indústria na emissão de GEE vem do uso de energias poluentes e do consumo de combustível. Portanto, uma forma de mitigar os impactos é aumentar a eficiência energética dos processos e usar combustíveis mais limpos. “É possível aplicar ciclos combinados de geração de energia com gás natural ou biocombustível”, afirma.
A indústria também contribui para o aumento da emissão de GEE ao transportar seus produtos, devido à característica brasileira, que adota o transporte rodoviário como principal meio de distribuição de bens. Entretanto, já há tecnologias capazes de reduzir esse impacto. De acordo com o sócio-diretor da Concórdia Transportes Rodoviários e vice-coordenador da Comissão de Parceiros do Atuação Responsável da Abiquim, Benedito Teles, os caminhões fabricados a partir de 2012 emitem até 180 vezes menos partículas de enxofre do que os mais antigos.
A indústria química colabora nessa área à medida que produz a ureia do ARLA 300, aditivo purificador dos gases que saem pelo escapamento de caminhões modernos, e quando produz o plástico, que tem substituído peças dos veículos antes fabricadas em aço. “O material reduz o peso do caminhão, aumentando sua capacidade de carga, diminuindo, assim, o número de viagens e, consequentemente, reduzindo as emissões”, explica Teles. Os pneumáticos verdes, mais leves, também atuam com a mesma função.
Para o professor Rosa, os debates ajudarão a pensar nas possíveis soluções sustentáveis que podemos alcançar para mitigar as mudanças climáticas. “O Seminário difundirá conhecimento e auxiliará na formação de opinião”, analisou.
O evento é organizado pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), com apoio da Basf, Braskem, Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Conselho Internacional das Associações das Indústrias Químicas (ICCA).
SERVIÇO
Seminário: Mudanças Climáticas: em busca de soluções sustentáveis
Data: 4 de novembro de 2013
Horário: das 8h30 às 18h
Local: sede da CNI. Rua Surubim, 504 – Brooklin Novo, São Paulo (SP)
Taxa de inscrição: R$ 400,00 (associadas à Abiquim) ou R$ 600,00 (não associadas).
Inscrições: http://www.abiquim.org.br/curso-e-evento/lista-de-evento
*Com informações da Assessoria de Comunicação da Abiquim
Iniciativa visa à troca de experiências em energia de baixo carbono entre Brasil e Reino Unido. Pernambuco será representado pela Facepe
A Rede Britânica de Ciência e Inovação e o Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap) levam uma delegação, composta por nove agências brasileiras de amparo à pesquisa ao Reino Unido. A delegação ficará em solo britânico entre hoje (19) e o dia 25 de outubro. A Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe) será representada pelo seu diretor-presidente, Diogo Simões.
O grupo, que é composto por agências de todas as regiões brasileiras (Araucária, Facepe, Fapeam, Fapeg, Fapemig, Fapema, Faperj, Fapesb e Fapesc) terá uma agenda cheia. Dentre os destaques estão uma reunião com o Research Councils UK, instituição equivalente ao Confap, que apresentará o sólido mecanismo britânico de financiamento a pesquisas científicas, além de discutir possibilidades de cooperação com o Brasil.
“O Brasil e o Reino Unido são grandes parceiros na área de pesquisa científica”, conta Caroline Cowan, diretora de Ciência e Inovação da Embaixada Britânica em Brasília. “A missão será mais uma oportunidade de aprofundar e criar novos projetos de colaboração entre os dois países”, complementa.
As agências também encontram-se com a Universities UK, órgão que representa as universidades britânicas e que coordena o programa Ciência sem Fronteiras no Reino Unido.
Alan Charlton, ex-embaixador britânico no Brasil, fará a abertura da reunião, que tem como objetivo divulgar as oportunidades para estudantes brasileiros que escolhem o Reino Unido como destino para estudos e pesquisas na área de energias de baixo carbono, na qual os britânicos têm grande expertise.
“O programa Ciências sem Fronteiras é uma ótima forma de aumentar a cooperação científica entre o Brasil e o Reino Unido. A ida de estudantes brasileiros para universidades britânicas é uma oportunidade muito rica para a troca de conhecimentos entre os dois países e a formação de futuros pesquisadores”, comenta Cowan.
A delegação reúne-se, também, com representantes de 17 universidades inglesas, quando discutirão sobre possibilidades de acordos e colaboração em pesquisa.



